Fazer o que tem de ser feito

Estou farto de ver o país refém de acordos de conveniência e de interesses partidários, quase sempre castradores de algum laivo reformador. Todos exigem mudanças profundas e reformas nas políticas governativas. Mas fazer reformas não é fácil. Os resultados de uma reforma não aparecem no imediato. È impopular, faz perder votos, mexe com interesses instalados e por vezes dói. Assim, para “fazer o que tem de ser feito” é necessário coragem e acima de tudo condições políticas. Ou seja, é necessário um governo de gente competente, sem medo de ser criticado ou de não ser reeleito, apoiado por uma maioria. Absoluta, para não haver desculpas. Infelizmente ainda existe um trauma pós-cavaquista quanto às maiorias absolutas. Para gáudio de alguns, pena minha e desgraça do país.

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