Habemus Papam

Quem costuma passar por aqui, sabe que tenho convicções protestantes*. Por isso mesmo, esta euforia à volta do novo papa não me entusiasma. Aliás, esta euforia toda, primeiro com a morte do papa e agora com esta eleição, tem sido, na minha opinião, um autêntico exagero, tornando-se assim numa enorme campanha publicitária, quiçá, a maior que a igreja católica teve em todos os tempos. Talvez por isso, não seja inocente o facto de o novo papa ter 78 anos. Afinal se esta história se repetir daqui a uns 6 ou 7 anos não será assim tão mau...*já agora, de forma a fazer uma breve destrinça entre protestantismo e catolicismo, recordo o teólogo Karl Barth, protestante, que, de uma forma muito sucinta, disse, que a diferença entre o Catolicismo e o Protestantismo se resumia apenas à conjunção e. O Protestantismo diz: "Jesus Cristo"; o Catolicismo acrescenta: "e Maria". O Protestantismo afirma: "a Bíblia"; o Catolicismo junta: "e a Tradição". O Protestantismo declara: "a fé"; o Catolicismo diz: "e as obras".

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