Não sei se isto faz sentido, mas...

Imagine se a paixão funcionasse ao contrário. Tudo começaria numa discussão. Seguir-se iam algumas traições e mentiras. Depois, alguns ciúmes e quem sabe algum interesse. Claro que, com o tempo, o interesse ia-se intensificando até ficar mais forte que nunca. Cada pequena coisa nos iria surpreender, como se fosse a primeira vez. A paixão tomaria conta de nós, aos poucos, de uma forma cada vez mais intensa e menos madura. Sempre em crescendo. Até que, por milagre, perderíamos da nossa consciência tal pessoa. Como se nunca a conhecêssemos.

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